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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 1 6 . 4 	 5 7 6 	 2 4 7 	 2 4 7 	 0 . 3 4 9 	 5 . 5 3 	 0 . 0 5 5 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 2 4 . 7 	 8 7 5 	 2 3 0 	 2 3 0 	 0 . 3 7 	 5 . 5 1 	 0 . 0 6 1 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 3 2 . 9 	 1 1 7 1 	 1 2 0 	 1 2 0 	 0 . 3 9 5 	 4 . 8 7 	 0 . 0 7 3 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 4 2 . 2 	 2 0 1 3 	 3 7 0 	 3 7 0 	 0 . 3 6 5 	 7 . 1 7 	 0 . 0 4 1 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 5 0 	 2 7 7 5 	 2 6 0 	 2 6 0 	 0 . 3 3 6 	 6 . 9 6 	 0 . 0 4 1 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 5 6 	 3 2 8 1 	 2 6 1 	 2 6 1 	 0 . 4 5 3 	 7 . 9 7 	 0 . 0 5 4 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 6 3 . 6 	 3 7 1 2 	 1 0 2 	 1 0 2 	 0 . 4 4 4 	 7 . 1 7 	 0 . 0 5 9 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 7 3 . 4 	 4 0 4 0 	 8 2 	 8 2 	 0 . 4 7 7 	 6 . 8 4 	 0 . 0 5 9 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 8 3 . 5 	 4 3 5 1 	 8 5 	 8 5 	 0 . 4 5 8 	 7 . 5 6 	 0 . 0 6 4 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 9 2 . 8 	 4 6 8 5 	 2 0 1 	 2 0 1 	 0 . 4 5 	 7 . 8 4 	 0 . 0 5 9 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 1 0 1 . 8 	 5 0 2 7 	 2 2 8 	 2 2 8 	 0 . 5 1 2 	 8 . 8 6 	 0 . 0 5 3 
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 K a t a l e k h o r 	 K T - 3 	 1 2 0 . 4 	 5 7 2 3 	 2 1 0 	 2 1 0 	 0 . 5 0 7 	 8 . 7 2 	 0 . 0 5 3 
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